Fiction
"A felicidade é como a pluma, que o vento vai levando pelo ar. Voa tão leve, mas tem a vida breve.Precisa que haja vento sem parar. A felicidade é como a gota de orvalho numa pétala de flor,brilha tranquila. Depois de leve oscila e cai como uma lágrima de amor. A felicidade é uma coisa boa e tão delicada também. Tem flores e amores de todas as cores. Tem ninhos de passarinhos,tudo de bom ela tem. E é por ela ser assim tão delicada que eu trato dela sempre muito bem." — Vinicius de Moraes
19:19 De acordo com a @heyliv ė uma foto de árvore. Hahaha (em Colégio Santo André)
12:31 illustratosphere:

A trick of the light by Marco Busoni
21:01
20:54
20:37"E apesar de rir e fingir que não me importo, eu me importo sim. Tem dias que gostaria de ser diferente, mas isso é impossível. Estou presa ao caráter com qual nasci, e mesmo assim tenho certeza de que não sou má pessoa. Faço o máximo para agradar a todos, mais do que eles suspeitariam num milhão de anos." — O Diário de Anne Frank (via filho-do-rei)

(Source: thisscars, via filho-do-rei)

20:36
22:10
21:56
21:47
21:30"Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, a força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há platéia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados." — Machado de Assis   (via asplenio)

(Source: machadices, via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

21:19
18:23